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DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

Poéticas da criação e do pensamento em artes


Carga Horária: 64
Créditos: 4

Esta disciplina trata de questões relacionadas à criação e ao pensamento frente às mudanças no modo de conhecer e se relacionar com a arte na contemporaneidade. Considera também os questionamentos das linguagens tradicionais, a crescente hibridização de gêneros e a complexificação e transdisciplinarização dos modos e procedimentos de criação e pesquisa. A arte pensada como produtora de modos de conhecer, em sua força política, afetiva e epistemológica.

Bibliografia

AGAMBEN, Giorgio. (2009). O que é o contemporâneo? e outros ensaios. Chapecó: Argos.
BERGSON, Henri. (2011). Evolução criadora. Rio de Janeiro: Editora Martins Fontes.
DELEUZE, Gilles e GUATARRI, Félix. (1995) Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. Rio de Janeiro: Ed. 34.
DIDI-HUBERMAN, Georges.(2010). O que Vemos o que nos Olha. Rio de Janeiro: Editora 34.
FLUSSER, Vilém. (2008). O universo das imagens técnicas: elogio da superficialidade. São Paulo: Annablume.
HANSEN, Mark B. N. (2004). New philosophy for new media. Cambridge e Londres: MIT Press.
LATOUR, Bruno. (1994). Jamais Fomos Modernos. Rio de Janeiro: Editora 34.
MATURANA, Humberto Romesín, VARELA, Francisco. (1990). El árbol del conocimiento: Las bases biológicas del entendimiento humano. Santiago de Chile: Ed. Universitária.
RANCIÈRE, Jacques. (2011). Aistesis. Paris: Galilée.
SALLES, Cecília A. (2006). Redes da criação: construção da obra de arte. Vinhedo: Ed. Horizonte.

Seminário de Pesquisa em Artes


Carga Horária: 64
Créditos: 4

A disciplina estuda as relações entre metodologia de pesquisa científica e processos criativos em arte contemporânea em suas mais diversas feições. Propondo referencial transmetodológico e constante diálogo com a produção artística contemporânea, o curso atenta para os modos de hibridização, contaminação e desterritorialização entre arte, filosofia e ciência.

Bibliografia

BERGSON, Henri. (2006). Memória e Vida. São Paulo. Martins Fontes.
BRITES, Blanca, TESSLER, Elida (orgs.). (2002). O meio como ponto zero. Metodologia da pesquisa em artes plásticas. Porto Alegre: Editora da Universidade, UFRGS.
DELEUZE, Gilles. (1997). Crítica e Clínica. São Paulo: Editora 34.
FOUCAULT, M. (1987). A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense-Universitária.
FLUSSER, Vilém.(1994). Los Gestos. Barcelona: Herder.
HADDOCK-LOBO, Rafael (Org.). (2010). Os filósofos e a arte. Rio de Janeiro: Rocco.
LAZZARATO, Maurizio. (2007). La filosofía de la diferencia y el pensamiento menor. Bogotá: Universidad Cenral – IESCO.
MATURANA, Humberto. (2001). Cognição, Ciência e Vida Cotidiana. Belo Horizonte: Ed. UFMG.
SALLES, Cecilia A. (2011). Gesto inacabado. São Paulo: Intermeios.
VARELA, Francisco. (1996). Etica y Accion. Santiago do Chile: Dolmen Ediciones/Granica.

DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS POR LINHA DE PESQUISA

Arte e Pensamento: Das obras e suas interlocuções


Carga Horária: 64
Créditos: 4

Tomar as produções artísticas, suas práticas, seus modos de constituição como expressão do pensamento. Entender as artes como modos de produção do sensível. São tratadas questões relacionadas à formulação do pensamento a partir dos diferentes regimes estéticos nos planos da visualidade, da performatividade, do corpo, do texto, do som e das mediações técnicas, destacando a multiplicidade contemporânea das artes. A disciplina aborda a arte como pensamento, podendo realizar recortes mais específicos desta temática a partir das pesquisas desenvolvidas pelos docentes de modo a garantir a constituição de um pensamento da produção contemporânea.

Bibliografia

BENJAMIN, Walter. (2006). Passagens. Belo Horizonte: Editora UFMG.
DELEUZE, Gilles, Francis Bacon.(2007). Lógica da Sensação. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
________. (1992). Conversações. Rio de Janeiro: ed. 34 Letras.
________. (1990). The Logic of Sense: European perspectives. New York: Columbia University Press
DERRIDA, Jacques. (2009). A escritura da Diferença. São Paulo: Perspectiva
DIDI-HUBERMAN, Georges. (2011). Sobrevivência dos vaga-lumes. Belo Horizonte: UFMG.
FOUCAULT, Michel. (1987). Arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense.
________. (2011). Microfísica do Poder. São Paulo: Graal.
GIL, José. (1996). A imagem Nua e as pequenas percepções: estética e metafenomenologia. Lisboa: Relógio D’Água.
PARFAIT, FRANÇOISE. (2001). Video: un art contemporain. Paris: Editions do regard.

Arte e Processo de criação: Poéticas contemporâneas


Carga Horária: 64
Créditos: 4

A disciplina estuda a problemática da processualidade da criação e da recepção em arte no contexto contemporâneo. A derrocada das grandes teorias estéticas e a atenção às poéticas. A cada criador, uma poética. A emergência da colaboração e a problematização da autoria em arte. O questionamento da noção de obra de arte e o surgimento do processo artístico como obra. A crítica de arte confrontada com estes dilemas.

Bibliografia

COSTA, Luiz C. (org.). (2009). Dispositivos de registro na arte contemporânea. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria.
GUATTARI, Félix; ROLNIK, Suely. (1986). Micropolítica: cartografias do desejo. Petrópolis: Vozes.
JOHNSON, Steven. (2011). De onde vêm as boas ideias. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
LOTMAN, Iuri. (1998). La semiosfera II: semiótica de la cultura, del texto, de la conducta y del espacio. Madrid: Ediciones Cátedra.
KASTRUP, Virginia. (1999). A Invenção de Si e do Mundo: uma introdução do tempo e do coletivo no estudo da cognição. Campinas: Papirus.
MATURANA, Humberto Romesín, VARELA, Francisco. (1997). De Máquinas e Seres Vivos: Autopoiese: a organização do vivo. Porto Alegre: Artmed.
PARENTE, André (org.). (2004).Tramas da rede. Porto Alegre: Sulina.
SALLES, Cecilia A. (2006). Redes da criação: construção da obra de arte. Vinhedo: Ed. Horizonte.
SIMONDON, G. (2009). La individuacion. Buenos Aires: Cactus-La Cebra.
WILSON, Stephen. (2002). Information, Arts: intersections of art, science and technology. Cambridge, Massachusetts: The MIT Press.

DISCIPLINAS OPTATIVAS

Ateliê de criação I


Carga Horária: 64
Créditos: 4

O ateliê está baseado na reflexão crítica e na experimentação criativa direcionadas às questões que emergem nos diferentes campos da mediação técnica e da tecnologia, tais como os aparatos técnicos, as redes de comunicação, as interfaces computacionais, a biotecnologia, a neurociência. A partir de um recorte específico desta temática abrangente, que pode estar relacionado às pesquisas desenvolvidas pelos docentes, o ateliê propõe o desenvolvimento de projetos de pesquisa artística que se deem em diálogo com a tecnologia e com os aparatos técnicos de mediação, assumindo assim o processo de criação como produção de conhecimento.

Bibliografia

BOLTER, Jay David, GRUSIN, Richard. (1999).Remediation: Understanding New Media. Cambridge, Massachussets: The MIT Press.
COUCHOT, Edmond. (2003). A tecnologia na arte: da fotografia à realidade virtual. Porto Alegre: Editora da UFRGS.
CRARY, Jonathan. (1991). Techniques of the Observer. Cambridge: The MIT Press.
DIXON, Steve. (2007). Digital Performance: a history of new media in theater, dance, performance art and installation. MIT Press.
FLUSSER, Vilém. (2008). O universo das imagens técnicas: elogio da superficialidade. São Paulo: Annablume.
________. (2002). Writings. Minneapolis/London: University of Minnesota Press.
HANSEN, Mark B. N. (2006). Bodies in Code: Interfaces with Digital Media. London: Routledge.
MACHADO, Arlindo. (1993). Máquina e imaginário: o desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo: Edusp.
MACIEL, Katia (org.).(2009). Transcinemas. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria.
SCHWARZ, Hans-Peter (org). (1997). Media-art-history: Media Museum ZKM, Center for Art an Media Karlsrure. Munich: Prestel-Verlag.
SHAW, Jeffrey & WEIBEL, Peter (ed). (2003). Future Cinema: the cinematic imaginary after film. Cambridge: MIT.
SIMONDON, Gilbert. (1989). Du mode d’existence des objets techniques. Paris: Aubier.

Ateliê de criação II


Carga Horária: 64
Créditos: 4

O ateliê está baseado na reflexão crítica e na experimentação criativa dos modos de visualidade no campo das artes. Modos de olhar como modos de compreender e compor espaços e temporalidades. Regimes de visualidade como estéticas e políticas do olhar. A partir de um recorte específico desta temática abrangente, o ateliê desenvolverá projetos de pesquisa artísticas que problematizem as obras e seus regimes de visualidade.

Bibliografia

AHTILA, Eija-Liisa. (2008). Catálogo Jeu de Paume, Paris.
ANJOS, Moacir. (2010). Arte Bra Crítica. Rio de Janeiro: Automática.
DIDI-HUBERMAN, Georges. (1990). Devant l’image. Questions posée aux fins d’une histoire de l’art. Paris: Minuit.
DUARTE, Paulo Sérgio. (2008). Arte brasileira contemporânea: Um prelúdio. OPUS – PLAJAP
FERREIRA, Glória e COTRIN, Cecília (orgs.). (2006). Escritos de Artistas: anos 60/70. Rio de Janeiro: Zahar.
FREIRE, Cristina.(1999). Poéticas do processo: arte conceitual no museu. São Paulo: Iluminuras.
GIL, José. (2005). Sem Título: Sobre arte e artistas. Lisboa: Relógio d’Água.
MARINEAU, Camille. (2009). Elles@centrepompidou: artistes femmes dans la collection du musée National d’Art Moderne. Paris: Ed. Pompidou.
ROMAN, Mathilde. (2008). Art vidéo et mise en scène de soi. Paris: L’Harmattan.
VANCHERI, Luc (org.). (2009). Images Contemporaines – Arts, formes, dispositifs. Paris: Aléas.
PAUL, Christiane. (2004). L’art numérique. Paris: Thames & Hudson.
ZIELINSKI, Siegfried. (2006). Arqueologia da mídia: em busca do tempo remoto das técnicas do ver e do ouvir. São Paulo: Annablume.

Ateliê de criação III


Carga Horária: 64
Créditos: 4

O ateliê está baseado na experimentação criativa direcionada às questões do corpo e suas poéticas. Corpo performativo. Corpo e visualidade. Corpo e mediações. Corpo e cena. Corpo e dramaturgia. Corpo e tempo. Corpo e processos autopoiéticos. A partir de um recorte específico desta temática abrangente, que pode estar relacionado às pesquisas desenvolvidas pelos docentes, o ateliê propõe o desenvolvimento de projetos de pesquisa e criação artística.

Bibliografia

BERNARD, Michel. (1995). Le corps. Paris: Seuil.
COHEN, Renato. (1989). Performance como linguagem: criação de um tempo-espaço de experimentação. São Paulo: Perspectiva/Edusp.
CUNHA E SILVA, Paulo. (1999) O lugar do corpo: elementos para uma cartografia fractal. Lisboa: Instituto Piaget.
DIXON, Steve.(2007). Digital Performance: a history of new media in theater, dance, performance art and installation. MIT Press.
FISCHER-LICHTE, Erika. (2008). The Transformative power of Performance: New aesthetics. London: Routledge.
LEHMANN, Hans-Thies. (2007) Teatro pós-dramático. São Paulo: Cosac-Naify.
LEPECKI. André. (2007). Of the Presence of the Body: essays on performance and dance theory. Middletown: Wesleyan University Press.
PHELAN, Peggy. (1993). Unmarked: The Politics of Performance. London; New York: Routledge.
PROUST, Sophie. (2006). La Direction d’acteurs dans la mise en scène Théâtrale contemporaine. Paris: L’Entretemps.
VARELA, F.; THOMPSON, E.; ROSCH, E. (1992). De Cuerpo presente: las ciencias cognitivas y la experiencia humana. Barcelona: Gedisa.
ZUMTHOR, Paul. (2007). Performance, Recepção, Leitura. São Paulo: CosacNaify.

Ateliê de criação IV


Carga Horária: 64
Créditos: 4

O ateliê está baseado na reflexão crítica e na experimentação criativa dos modos de dizer em arte. Modos de dizer como modos de existir. Relações entre corporalidade e escritura. Relações entre dizibilidade, escrita e processo de criação. Políticas da dizibilidade. Poderão ser realizados cursos com recortes específicos desta temática baseados em pesquisas desenvolvidas pelos docentes, garantindo o compromisso com a dinâmica artística contemporânea.

Bibliografia

BAKHTIN, Mikhail. (1993). Toward a Philosophy of the Act. Austin: University of Texas Press.
________. (1990). Art and Answerability: Early Philosophical Essays. Austin: University of Texas Press.
BARTHES, Roland. (2008). O Prazer do Texto. São Paulo: Perspectiva.
BLANCHOT, Maurice. (2011). A parte do fogo. Rio de Janeiro: Rocco.
BUTLER, Judith. (2011). Bodies That Matter: On the Discursive Limits of Sex. New York: Routledge.
DELEUZE, Gilles; Félix Guattari. (2004). Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia. São Paulo: Editora 34.
DERRIDA, Jacques. (2009). A Escritura e a Diferença. São Paulo: Perspectiva.
FELMAN, Shoshana. (2003). The Scandal of the Speaking Body: Don Juan with J. L. Austin or Seduction in Two Languages. Stanford: Stanford University Press.
FOUCAULT, Michel. (2005). A Ordem do Discurso. São Paulo: Loyola.
GUATTARI, Félix, ROLNIK, Suely. (2011). Micropolítica: cartografias do desejo. Petrópolis: Vozes.

Ateliê de criação V


Carga Horária: 64
Créditos: 4

Este ateliê propõe uma experiência laboratorial acerca das questões que permeiam os processos de criação e invenção em artes. Da criação|invenção à exposição ou apresentação da obra artística. Processualidade, complexidade, temporalidade, inacabamento e apresentação serão temas que balizarão estas práticas criativas. Poderão ser realizados cursos com recortes específicos da temática central, baseados em pesquisas desenvolvidas pelos docentes, garantindo o compromisso com a dinâmica artística contemporânea.

Bibliografia

ARTAUD, Antonin. (2004). Ouvres Artaud. Paris: Gallimard.
CASTRO, Eduardo Viveiros de. (2007). Encontros: entrevistas organizadas Renato Sztutman. Rio de Janeiro: Azougue Editorial.
FONSECA, T. M. G. KIRST, P. G. (Orgs.). (2003). Cartografias e Devires. A Construção do Presente. Porto Alegre: Editora da UFRGS.
GUATTARI. Félix. (1992). Caosmose: um novo paradigma estético. São Paulo: ed. 34.
HAZEL Smith, R.T. Dean. (1997). Improvisation, hypermedia and arts since 1945. London: Routledge.
JONHSON, Steve. (2003). Emergência: a vida integrada de formigas, cérebros, cidades e softwares. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
KAPROW, Allan. (1993). Essays on the blurring of art and life. Berkeley, L.A./London: University of California Press.
KERSHAW, Baz; NICHOLSON, Helen. (2011). Research methods in theatre and performance. London: Edinburgh University Press.
LOPES, Denilson. (2007). A delicadeza: estética, experiência e paisagens. Brasília: UNB.
RANCIÉRE, Jacques. (2010). O Espectador Emancipado. Lisboa: Orfeu Negro.
SALLES, Cecília Almeida. (1998). Gesto inacabado: processo de criação artística. São Paulo: Annablume.
________. (2006). Redes da criação: construção da obra de arte. São Paulo: Horizonte.

Tópicos especiais I


Carga Horária: 64
Créditos: 4

A disciplina examina questões específicas presentes na problemática geral que se estabelece no encontro das artes com a tecnologia e a ciência, tanto em seus métodos, aparatos, processos e estéticas quanto em seus contextos históricos, teóricos e críticos. Poderão ser realizados cursos com recortes específicos desta temática baseados em pesquisas desenvolvidas pelos docentes, garantindo o compromisso com a dinâmica artística contemporânea.

Bibliografia

DOMINGUES, Diana (org.). (1997). A arte do século XXI. São Paulo, Editora Unesp.
FLUSSER, Vilém. (2007).O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosacnaify.
________. (2002). Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia. Rio de Janeiro: Relume Dumará.
FOUCAULT, Michel. (2002). As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; São Paulo: Martins Fontes.
GRAU, Oliver. (2003). Virtual art: from illusion to immersion. Cambridge: MIT.
HANSEN, Mark B. N. (2004). New philosophy for new media. Cambridge e Londres: MIT Press.
KRAUSS, Rosalind. (1999). A voyage on the north sea. London: Thames e Hudson.
PAUL, Christiane. (2004). L’art numérique. Paris: Thames & Hudson.
POSTER, Mark. (1995). The second age media, Cambridge, Polity Press.
RIESER, Mark, ZAPP, Andrea (ed.).(2002). New screen media: cinema/art/narrative. Londres: BFI Publishing.
SANTAELLA, L., Arantes, P. (ed). (2007). Estéticas Tecnológicas: Novos Modos de Sentir. São Paulo: EDUC.
WEISER, Mark. (1993). Some computer science issues in ubiquitous computing. Communications of the ACM.

Tópicos especiais II


Carga Horária: 64
Créditos: 4

A disciplina toma como eixo central a elaboração de um pensamento crítico da obra de arte a partir dos regimes de visualidades e das poéticas visuais contemporâneas. Tem por eixo central a análise de obras contemporâneas em seus diferentes regimes estéticos e em diálogo com as artes modernas e clássicas. A partir de um recorte específico desta temática, poderá relacionar-se com as pesquisas docentes/discentes.

Bibliografia

BELLOUR, Raymond. (1997). Entre-Imagens. Papirus: Campinas.
COUCHOT, Edmond. (2003). A tecnologia na arte: da fotografia à realidade virtual. Porto Alegre: Ed. UFRGS.
DELEUZE, Giles. (1991). A Dobra: Leibniz e o Barroco. Campinas: Papirus.
FLUSSER, Vilém. (2008). O universo das Imagens Técnicas: elogio da superficialidade. São Paulo: Annablume.
LINS, Daniel. (2004). Arte e Resistência. Rio de Janeiro: Forense.
LASOVSKI, Aliocha Wald (direction). (2009). Jacques Rancière: Polithique de l’Esthétique. Centre d’Estudes Poetiques, Paris: Ed. Archives Contemporaines.
MITCHELL, William. (1998). The Reconfigured eye: visual truth in the post-photographyc era. Cambrige: MIT Press.
PONTY, Merleau, Maurice. (1971). O Visível e o Invisível. São Paulo: Perspectiva.
YOUNGBLOOD, Gene. (1970). Expanded Cinema. New York: P. Dutton & Co, Inc.

Tópicos especiais III


Carga Horária: 64
Créditos: 4

A disciplina examina questões específicas presentes na problemática geral que se estabelece no campo das artes, abordando questões acerca do corpo e suas poéticas: da encenação, da espacialidade, da temporalidade, da dramaturgia, da cognição e das mediações. Poderão ser realizados cursos com recortes específicos desta temática baseados em pesquisas desenvolvidas pelos docentes, garantindo o compromisso com a dinâmica artística contemporânea.

Bibliografia

BENJAMIN, Walter. (2006). Passagens. Belo Horizonte: UFMG.
BERGSON, Henri. (1999). Matéria e Memória. São Paulo: Martins Fontes.
COHEN, Renato. (1994). Work in progress na cena contemporânea. São Paulo: Perspectiva.
DELEUZE, Gilles. (2002). Espinosa: Filosofia Prática. São Paulo: Escuta.
FRIED, Michael. (1998). Art and Objecthood. Chicago: University of Chicago Press.
GREINER, Christine. (2005). O corpo: pistas para estudos indisciplinares. São Paulo: Annablume.
HANSEN, Mark B. N. (2006). Bodies in Code: Interfaces with Digital Media. London: Routledge.
KERSHAW, Baz; NICHOLSON, Helen. (2011). Research methods in theatre and performance. London: Edinburgh University Press.
PHELAN, Peggy. (1993). The ontology of performance. In: Unmarked: the politics of performance London and New York: Routledge.
SCHECHNER, Richard. (2006). Performance studies: an introduction. New York: Routledge.
SCHNEIDER, Rebecca. (1997). The explicit body in performance. New York: Routledge.
VARELA, Francisco; THOMPSON, Evan; ROSCH, Eleanor. (1991). The embodied mind: cognitive science and human experience. Massachusetts: MIT Press.

Tópicos especiais IV


Carga Horária: 64
Créditos: 4

Ementa:

A disciplina examina questões específicas presentes na problemática geral que se estabelece no campo das artes e seus modos de sentir, pensar, dizer e perceber que conformam regimes de dizibilidade. Poderão ser realizados cursos com recortes específicos desta temática baseados em pesquisas desenvolvidas pelos docentes, garantindo o compromisso com a dinâmica artística contemporânea.

Bibliografia:

AUSTIN, J. L. (1975). How to do things with words. Cambridge, MA: Harvard University Press. ADORNO, Theodor. (2009). Dialética Negativa. Rio de Janeiro: Zahar.
BAKHTIN, Mikhail. (2011). Estética da Criação Verbal. São Paulo: Martins Fontes.
BHABHA, Homi. (s/d). O local da cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG.
BLANCHOT, Maurice. (2007). A conversa infinita. São Paulo: Escuta.
DELEUZE, Gilles. (2009). Lógica do sentido. São Paulo: Perspectiva.
DERRIDA, Jacques. (2008). Gramatologia. São Paulo: Perspectiva.
________. (1991). Margens da Filosofia. Campinas: Papirus.
SPIVAK, Gayatri. (1999). Critique of Postcolonial Reason: toward a history of the vanishing present. Cambridge: Harvard University Press.

Tópicos especiais V


Carga Horária: 64
Créditos: 4

Ementa:

A disciplina examina questões presentes nos estudos dos processos de criação e invenção em artes. O processo como obra, a obra como processo, especificidades do processo criativo e inventivo, complexidade, temporalidade e invenção serão temas abordados. Poderão ser realizados cursos com recortes específicos desta temática baseados em pesquisas desenvolvidas pelos docentes.

Bibliografia:

CORBIN, Alain, COURTINE, Jean-jacques, VIGARELLO, Georges.(2008). História do corpo. Vol 3: As mutações do olhar. O Século XX. Petrópolis/RJ: Vozes.
GUATTARI. Félix. (1992). Caosmose: um novo paradigma estético. São Paulo: ed. 34.
KANTOR, Tadeusz. (2008). O Teatro da Morte. São Paulo: Edições SESC/SP – Perspectiva.
LIPPARD, Lucy. (1997). Six Years: The Dematerialization of the Art Object from 1966 to 1972. University of California Press.
LOPES, Denilson. (2007). A delicadeza: estética, experiência e paisagens. Brasília: UNB.
MACHADO, Arlindo. (1997). Pré-cinemas & Pós-cinemas. Campinas: Papirus.
________. (2007). Arte e Mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
PARENTE, André. (2000). Narrativa e modernidade: os cinemas não-narrativos do pós-guerra; tradução Eloisa Araujo Ribeiro. Campinas: Papirus.
PASSOS, Eduardo. KASTRUP, Virginia. ESCÓSSIA, Liliana da. (Orgs). (2010). Pistas do método da cartografia. Pesquisa-Intervenção e produção de subjetividade. Porto Alegre: Editora Sulina.
RANCIÉRE, Jacques. (2010). O Espectador Emancipado. Lisboa: Orfeu Negro.
________. (2005). A partilha do sensível. Rio de Janeiro: Editora 34.
REWALD, Rubens. (2005). Caos/Dramaturgia. São Paulo: Perspectiva/ Fapesp.
SALLES, Cecília A.(2000). Crítica Genética: uma (nova) introdução; fundamentos dos estudos genéticos sobre o processo de criação artística. São Paulo: EDUC.
________. (2010). Arquivos de criação: arte e curadoria. Vinhedo: Horizonte.